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Seu Zé, caipira, pensou bem e decidiu que os ferimentos que sofreu num acidente de trânsito eram sérios o suficiente para levar o dono do outro carro ao tribunal.
No tribunal, o advogado do réu começou a inquirir seu Zé:
- O Senhor não disse na hora do acidente ‘Estou ótimo’?
E seu Zé responde:
- Bão, vô ti contá o qui aconteceu…Eu tinha cabado di colocá minha mula favorita na caminhonete…
- Eu não pedi detalhes! – interrompeu o advogado.
- Só responda à pergunta: O Senhor não disse na cena do acidente: ‘*Estou ótimo*’?
- Bão, eu coloquei a mula na caminhonete e tava desceno a rodovia…
O advogado interrompe novamente e diz:
- Meritíssimo, estou tentando estabelecer os fatos aqui. Na cena do acidente este homem disse ao patrulheiro rodoviário que estava bem. Agora, várias semanas após o acidente ele está tentando processar meu cliente, e isso é uma fraude. Por favor, poderia dizer a ele que simplesmente responda à pergunta.
Mas, a essa altura, o Juiz estava muito interessado na resposta de seu Zé e disse ao advogado:
- Eu gostaria de ouvir o que ele tem a dizer.
Seu Zé agradeceu ao Juiz e prosseguiu:
- Como eu tava dizeno: coloquei a mula na caminhonete e tava desceno a rodovia quando uma picape travessô o sinal vermelho e bateu na minha caminhonete bem du lado. Eu fui jogado fora prum lado da rodovia e a mula pru otro. Eu tava muito firido e num pudia mi movê. Mais eu pudia ouvi a mula zurrano e grunhino e, pelo baruio, pircebi que o estado dela era muito feio. Logo in siguida o patruleiro rodoviário chegô. Ele iscuitô a mula gritano e zurrano e foi até ondi ela tava. Depois de dá uma oiada nela, ele pegou o revorvi e atirou treis veiz bem no meio dos óio dela. Depois ele travessô a istrada com a arma na mão, oiô pra mim e disse:
- Sua mula estava muito mal e eu tive que atirar nela. E, como o senhor está se sentindo?
- Aí eu pensei bem e falei: Tô ótimo!!!.
Enviada pelo Rodrigo de SPFesta junina em Brasília
Por: Caipira | Em: Celebridades, Diversão, Humor, Politica, fotosAconteceu neste final de semana mais uma edição do Arraiá do Torto, a tradicional festa caipira que o Luis Ignorácio promove. Fontes me disseram que este ano foi uma das melhores, muita gente, logo na entrada assessores de imprensa segurando vários rojões, tinha muito quentão, vinho quente e cachaça (pois o presidente prefere assim, purinha), bandeirinhas coloridas do MST, do Irã e da Dilmá enfeitavam o local. O ápice foi a apresentação de várias quadrilhas, embora tenha havido certa confusão, pois muitos integrantes participavam de várias, o que confundiu um pouco quem assistia. Mas no balanço final todos sairam satisfeitos, não houve perdedores… quer dizer, somente quem não participou da festança.

Dois caipiras chegam na capital. Tavam morrendo de fome e entram num restaurante chique. Não sabendo o que pedir, resolvem imitar o rico que estava na mesa ao lado. O rico da mesa pede uma entrada, e os dois caipiras:
— Garçom, pra nóis tomém…
O rico pede um prato pra lá de especial, e os dois caipiras:
— Garçom, pra nóis tomém…
O rico resolve repetir o prato, e os dois caipiras:
— Garçom, pra nóis tomém…
Vai indo assim e os caipiras ainda tão morrendo de fome. O rico termina e diz ao garçom:
— Poderia arrumar-me um engraxate?
E os dois caipiras:
— Garçom, pra nóis tomém…
O rico ouvindo isto, diz aos caipiras:
— Olhe, meus amigos, eu creio que um engraxate dá para nós três…
Os caipiras imediatamente:
— Não senhor!! O senhor come o seu que a gente come o nosso!!!
Um engenheiro cansado do agito da cidade grande, resolve ir pro interior pescar, ta lá pescando tranquilamente, quando chega um caipira da região, se agacha ao seu lado e fica ali só observando o engenheiro pescar. Passa 1, 2, 3 horas e o caipira continua ali quieto sem falar nada… só observando. Nisso o engenheiro se irrita e pergunta.
- O senhor não quer pescar um pouco?
- Num tenho paciência pra isso não dotô.
Adivinha quem está aí debaixo delas?
Por: Caipira | Em: Curiosidades, Diversão, Mulheres, fotosEm uma caçada pelo interior, um homem bem-vestido (da cidade grande) mira e derruba um pato selvagem. Mas a ave cai no terreno de uma fazenda, e o fazendeiro diz que é dele.
– O pato é meu – protesta o cidadão.
Como ninguém cede, o fazendeiro sugere resolver o problema à moda antiga:
– Com o pontapé caipira.
– O quê?
– Eu lhe dou um chute bem forte na virilha, depois você faz o mesmo comigo. Quem de nós dois gritar menos leva o pato.
O homem da cidade concorda. Então o fazendeiro se prepara e dá um pontapé daqueles no saco dele, que cai no chão e fica ali por uns vinte minutos. Quando consegue se levantar, diz, ofegante:
– Agora é minha vez.
– Nada disso – diz o fazendeiro, se afastando – Desisti… pode ficar com o pato!




























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